Quando me sinto sozinho não é a solidão da navalha que faz a autópsia revelando as dobras, tecidos onde se instalam emoções baratas, pulsações que correm, correm, até que escorrem, quando há uma incisão no pensamento. O pensamento dilata veias nas minhas têmporas, mas não é desta solidão que falo, de sentir o próprio sangue como um relógio que diz tic tac, até que um dia, tac..e o tempo pára.
Quando me sinto sozinho, não é a solidão da morte, de Tanatos e sua face escura. O que sinto é a solidão da festa, quando pego meu cavalo alado e subo para ver a multidão de cima. E a multidão se esfrega mostrando a genitália, trocando uns goles, como quem se beija....Carnaval do prazer ambíguo e real do corpo a corpo, boca a boca, língua enrijecida, vontade flácida, movimento da galera num barco de euforias, madrugada estelar na vaidade do planeta...
A solidão de que falo não tem a dor do apartheid nem do isolamento. É algo assim como sentir tédio no meio da torcida e ir pra casa como um desenganado social ou um mamute que se perdeu do bando, reeditando a era do gelo.
A solidão sideral não se alimenta de fogos nem se ilude com goles, o tilintar dos cubos boiando no uísque, a cerveja em copos que se abrem como tulipas, o champanhe que borbulha como uma fonte erótica de Roma...
Acho tudo bonito, cinematográfico. Mas a solidão de que falo é um monólogo para poucos. Um tête-à-tête de sussurros que despertam em mim um animal intenso.
A solidão que sinto não me faz querer companhia, não destas que se oferecem nos balcões sebentos ou no banquete em que todos se comem com talher de prata. Nada disso tem a ver comigo e se o faço é por pura concessão, ironizando os protocolos.
A solidão que sinto tem a humanidade que vinga como uma flor à luz do dia, com pétalas e raízes aquecidas. Brotando, crescendo e morrendo como um girassol de floração única, suspenso em seus próprios atos. É a solidão do ciclo de ser mais um em campo, deitando sementes, como quem deita palavras, polinizando vazios como um exercício de sobrevivência e enganação!...
Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
In Our Small Way
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
Palavras vazias não são suficientes
Aonde há dor, seremos um aperto
Quando houver sede, encheremos os nossos copos
Porque nós nos importamos, e amamos o bastante pra compartilhar
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
No desespero seremos a esperança
E a oração que liberta a alma
Estaremos lá pra dividir cada estrada solitária
Porque nós amamos, eu sei
E nos importamos o bastante
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
Só demora um tempinho
Que diferença só um sorriso pode fazer, não vê?
Amor é tudo que precisamos
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
Palavras vazias não são suficientes
Aonde há dor, seremos um aperto
Quando houver sede, encheremos os nossos copos
Porque nós nos importamos, e amamos o bastante pra compartilhar
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
No desespero seremos a esperança
E a oração que liberta a alma
Estaremos lá pra dividir cada estrada solitária
Porque nós amamos, eu sei
E nos importamos o bastante
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
Só demora um tempinho
Que diferença só um sorriso pode fazer, não vê?
Amor é tudo que precisamos
Talvez eu e você não consiga fazer grandes coisas
É provável que não consigamos mudar o mundo em um dia
Mas ainda dá pra mudar algumas coisas hoje...
Do nosso jeitinho...
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Adeus a MJ
A grande massa tola e complacente é extremamente influenciada pelos meios de comunicação, com seus tendenciosismos e sensacionalismos, e infelizmente a manipulação pífia e ululante que é inerente à lingua do povo e à indústria cultural levaram a um desfecho injusto e desonesto com a morte de um ser muito iluminado, o grandissíssimo Sir Michael Jackson.
É preciso muita lucidez e discernimento para separar o joio do trigo e reconhecer o que ele construiu ao invés de se deliciar com a verve destrutiva através de injúrias, sarros e bizarrices, malhando-o como qualquer Judas exposto no pão e circo midiático.
Gênio. Gênio. Gênio.
O entendimento pleno dessa palavra se dá enxergando a arte de MJ.
Longe de mim ter a pretensão de analizar a carreira desse cara, não sou digno disso, mas é tanta construtividade pra uma só pessoa que eu devo minha reverenciação.
Rei do pop? Credo. É incrível o poder que um rótulo tem de diminuir as pessoas. Só os imbecis rotulam os outros, e só os incrivelmente idiotas se norteiam e se deixam levar pelos rótulos.
Michael Jackson é mais, é muito muito muito mais que isso. Influenciou o Hip Hop, o Funk, O Rythmn and Blues, o Rock, a maneira de se arranjar músicas, a dança, os limites usados pra se fazer arte, etc, etc, etc... mas... acabou vitimado por sua inocência, vindo a se tornar uma marionete na mão de seu pai autocrático, de seus "donos", empresários, enfim, a parte podre exploradora desse sistema cultural nocivo e maldito, que cuidou de destruí-lo, construí-lo, redestruí-lo, reconstruí-lo, destroçá-lo, remontá-lo, tudo em nome da verba que o pobre rendia ao pão e circo televisivo.
Fica a sua arte, a sua alma imortalizada; e que sumam os maus julgamentos que não cabem e nunca couberam a este ser.
Que o calor da luz te proteja, que as águas do mar te levem de volta a arte, e que você encontre do outro lado a paz que nunca encontrou aqui.
É preciso muita lucidez e discernimento para separar o joio do trigo e reconhecer o que ele construiu ao invés de se deliciar com a verve destrutiva através de injúrias, sarros e bizarrices, malhando-o como qualquer Judas exposto no pão e circo midiático.
Gênio. Gênio. Gênio.
O entendimento pleno dessa palavra se dá enxergando a arte de MJ.
Longe de mim ter a pretensão de analizar a carreira desse cara, não sou digno disso, mas é tanta construtividade pra uma só pessoa que eu devo minha reverenciação.
Rei do pop? Credo. É incrível o poder que um rótulo tem de diminuir as pessoas. Só os imbecis rotulam os outros, e só os incrivelmente idiotas se norteiam e se deixam levar pelos rótulos.
Michael Jackson é mais, é muito muito muito mais que isso. Influenciou o Hip Hop, o Funk, O Rythmn and Blues, o Rock, a maneira de se arranjar músicas, a dança, os limites usados pra se fazer arte, etc, etc, etc... mas... acabou vitimado por sua inocência, vindo a se tornar uma marionete na mão de seu pai autocrático, de seus "donos", empresários, enfim, a parte podre exploradora desse sistema cultural nocivo e maldito, que cuidou de destruí-lo, construí-lo, redestruí-lo, reconstruí-lo, destroçá-lo, remontá-lo, tudo em nome da verba que o pobre rendia ao pão e circo televisivo.
Fica a sua arte, a sua alma imortalizada; e que sumam os maus julgamentos que não cabem e nunca couberam a este ser.
Que o calor da luz te proteja, que as águas do mar te levem de volta a arte, e que você encontre do outro lado a paz que nunca encontrou aqui.
Sábado, 27 de Junho de 2009
Pessoas Construtivas
Sempre que uma dessas pessoas hiperconstrutivas morre, a perda é nitidamente sentidas pelas pessoas mais espirituosas.
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
My small way
Ninteressa se a água é azul verde ou transparente
se corre de cima pra baixo ou de baixo pra cima
se vc é um rock suave tocando no radinho
elas querem é sertanejão brabo de perna grossa e calça colada
parrebentá elas na porrada
elas querem é zuaaa
fodam-se todas, neuróticas, dominadoras e egoístas
and I don't need her
A-sex, I.
se corre de cima pra baixo ou de baixo pra cima
se vc é um rock suave tocando no radinho
elas querem é sertanejão brabo de perna grossa e calça colada
parrebentá elas na porrada
elas querem é zuaaa
fodam-se todas, neuróticas, dominadoras e egoístas
and I don't need her
A-sex, I.
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Constatações,
Really True Expressions
Terça-feira, 16 de Junho de 2009
"27 Club"
10) Richey James Edwards (Manic Street Preachers) - O guitarrista e letrista da excelente Manic Street Preachers não morreu (como Elvis), simplesmente desapareceu da face da terra, sendo dado como morto oficialmente só em novembro de 2008. Extremante prolífico, ele baseava suas letras em seus autores favoritos (Camus e Dostoiévski inclusos), tendo dividido a capa da “Melody Maker” com outro membro desse ingrato clube.
Ouça: "Kevin Carter"
9) Pete de Freitas (Echo & the Bunnymen) - Músico, produtor e baterista dos imortais "Echo & The Bunnymen", juntou-se ao "27 Club" voltando da gravação de um clipe, aparentemente, perdendo o controle de sua moto em junho de 1989. Pete jamais viu o produto final de seu trabalho ser lançado.
Ouça: "Zimbo"
8) Dave Alexander (The Stooges) - Iggy Pop chegou bem perto de se juntar ao clube, mas esse highlander do protopunk cedeu a vez para o colega baixista, Dave Alexander que padeceu de uma das mais comuns mazelas do rock. Sucumbindo em fevereiro de 1975, Dave sofreu com uma grave pancreatite, causada por seu alcoolismo.
Ouça: "No Fun"
7) Ron "Pigpen" McKernan (Grateful Dead) - Não apenas membro fundador do Grateful Dead, McKernan fazia as vezes de vocal, órgão, gaita, percussão e guitarra nessa icônica banda que fez parte do áureo verão do amor em São Francisco. Tanto talento, acabou no fundo vazio de uma garrafa. O álcool levou Ron a uma hemorragia gastrointestinal irremediável.
Ouça: "Casey Jones"
6) Robert Johnson - Se alguém pudesse ser culpado de ter começado o trágico mote de morte aos 27, certamente seria o blueseiro Robert Johnson. De pacto com o demônio pra baixo, Jonhson foi supostamente o Rasputin da música já que morreu de diversas formas. Whisky envenenado, sífilis aguda, ou baleado na cabeça. É só escolher sua versão, porque dos 27 o mito Robert Johnson não passou.
Ouça: "Crossroad"
5) Janis Joplin (Big Brother and the Holding Company) - A primeira dama do Rock, Janis Joplin abriu a incessante temporada de mortes causadas por drogas pesadas. Encontrada em outubro de 1970, Janis perdeu-se na heroína no mesmo ano que visitou o Brasil (país no qual tentou se livrar dos vícios que causariam sua degradação), tendo sido expulsa do Copacabana Palace por ter nadado nua na piscina.
Ouça: "Kosmic Blues"
4) Jim Morrison (The Doors) - O emblemático vocalista do The Doors morreu (pasme!) em circunstâncias misteriosas. Mesmo que a alegação oficial seja a da clássica overdose de heroína, conhecidos do músico afirmavam que Jim não era um usuário da droga. Com ares de premonição, o próprio previu que seria o quarto homem a morrer misteriosamente logo após a tríade: Janis, Jimi e Brian Jones. Vidente ou não, a previsão estava "deadly accurate!".
Ouça: "The end" (a profética)
3) Jimi Hendrix (The Jimi Hendrix Experience) - Fato: Jimi Hendrix ainda permanece imbatível na guitarra. Seu sinistro final se deu em setembro de 1970, em circunstâncias que ainda não foram totalmente explicadas. A hipótese mais aceita: overdose de medicamentos com vinho tinto. Ainda assim, fãs não descartam a possibilidade um trágico suicídio.
Ouça: "Purple Haze"
2) Brian Jones (Rolling Stones) - Muito se especulou sobre a morte de Brian Jones, o Rolling Stone que não vingou. Já afastado da banda que ajudou a fundar, Brian Jones se isolou numa vida de festas enclausuradas. Afeito a luxos e gastos, Brian namorava modelos, comprava carros esporte e reformava constantemente sua mansão até que foi encontrado afogado em sua piscina. Após anos acreditando que sua morte foi um acidente causado pelo típico abuso de drogas e álcool, o depoimento de seu construtor Frank Thorogood, mudou a visão dos fatos. Aparentemente, Brian não pagara o que lhe devia e durante uma discussão, Frank o afogou acidentalmente. Vale assistir "Stoned".
Ouça: "You Better Move On"
1) Kurt Cobain (Nirvana) - Possivelmente uma das maiores tragédias da música nos anos 90, capaz de redefinir os rumos sonoros da década, a morte igualmente misteriosa de Kurt Cobain é fruto de gerações de teorias conspiratórias. Por mais que as evidências apontem para um suicídio clássico (Kurt foi encontrado com uma espingarda apontada para seu queixo), não são poucos os que apostam num assassinato, sobrou até mesmo para a sempre mal vista Courtney Love, eterna primeira-dama do Nirvana. Não faltam filmes, documentários e vídeos amadores especulando sobre sua morte, aos infaustos 27 anos. Vale assistir "Last Days".
Ouça: "The Man Who Sold The World", alíás, ouça todas do NIRVANA! Tente dar um sentido a sua fútil e estéril existência
Ouça: "Kevin Carter"
9) Pete de Freitas (Echo & the Bunnymen) - Músico, produtor e baterista dos imortais "Echo & The Bunnymen", juntou-se ao "27 Club" voltando da gravação de um clipe, aparentemente, perdendo o controle de sua moto em junho de 1989. Pete jamais viu o produto final de seu trabalho ser lançado.
Ouça: "Zimbo"
8) Dave Alexander (The Stooges) - Iggy Pop chegou bem perto de se juntar ao clube, mas esse highlander do protopunk cedeu a vez para o colega baixista, Dave Alexander que padeceu de uma das mais comuns mazelas do rock. Sucumbindo em fevereiro de 1975, Dave sofreu com uma grave pancreatite, causada por seu alcoolismo.
Ouça: "No Fun"
7) Ron "Pigpen" McKernan (Grateful Dead) - Não apenas membro fundador do Grateful Dead, McKernan fazia as vezes de vocal, órgão, gaita, percussão e guitarra nessa icônica banda que fez parte do áureo verão do amor em São Francisco. Tanto talento, acabou no fundo vazio de uma garrafa. O álcool levou Ron a uma hemorragia gastrointestinal irremediável.
Ouça: "Casey Jones"
6) Robert Johnson - Se alguém pudesse ser culpado de ter começado o trágico mote de morte aos 27, certamente seria o blueseiro Robert Johnson. De pacto com o demônio pra baixo, Jonhson foi supostamente o Rasputin da música já que morreu de diversas formas. Whisky envenenado, sífilis aguda, ou baleado na cabeça. É só escolher sua versão, porque dos 27 o mito Robert Johnson não passou.
Ouça: "Crossroad"
5) Janis Joplin (Big Brother and the Holding Company) - A primeira dama do Rock, Janis Joplin abriu a incessante temporada de mortes causadas por drogas pesadas. Encontrada em outubro de 1970, Janis perdeu-se na heroína no mesmo ano que visitou o Brasil (país no qual tentou se livrar dos vícios que causariam sua degradação), tendo sido expulsa do Copacabana Palace por ter nadado nua na piscina.
Ouça: "Kosmic Blues"
4) Jim Morrison (The Doors) - O emblemático vocalista do The Doors morreu (pasme!) em circunstâncias misteriosas. Mesmo que a alegação oficial seja a da clássica overdose de heroína, conhecidos do músico afirmavam que Jim não era um usuário da droga. Com ares de premonição, o próprio previu que seria o quarto homem a morrer misteriosamente logo após a tríade: Janis, Jimi e Brian Jones. Vidente ou não, a previsão estava "deadly accurate!".
Ouça: "The end" (a profética)
3) Jimi Hendrix (The Jimi Hendrix Experience) - Fato: Jimi Hendrix ainda permanece imbatível na guitarra. Seu sinistro final se deu em setembro de 1970, em circunstâncias que ainda não foram totalmente explicadas. A hipótese mais aceita: overdose de medicamentos com vinho tinto. Ainda assim, fãs não descartam a possibilidade um trágico suicídio.
Ouça: "Purple Haze"
2) Brian Jones (Rolling Stones) - Muito se especulou sobre a morte de Brian Jones, o Rolling Stone que não vingou. Já afastado da banda que ajudou a fundar, Brian Jones se isolou numa vida de festas enclausuradas. Afeito a luxos e gastos, Brian namorava modelos, comprava carros esporte e reformava constantemente sua mansão até que foi encontrado afogado em sua piscina. Após anos acreditando que sua morte foi um acidente causado pelo típico abuso de drogas e álcool, o depoimento de seu construtor Frank Thorogood, mudou a visão dos fatos. Aparentemente, Brian não pagara o que lhe devia e durante uma discussão, Frank o afogou acidentalmente. Vale assistir "Stoned".
Ouça: "You Better Move On"
1) Kurt Cobain (Nirvana) - Possivelmente uma das maiores tragédias da música nos anos 90, capaz de redefinir os rumos sonoros da década, a morte igualmente misteriosa de Kurt Cobain é fruto de gerações de teorias conspiratórias. Por mais que as evidências apontem para um suicídio clássico (Kurt foi encontrado com uma espingarda apontada para seu queixo), não são poucos os que apostam num assassinato, sobrou até mesmo para a sempre mal vista Courtney Love, eterna primeira-dama do Nirvana. Não faltam filmes, documentários e vídeos amadores especulando sobre sua morte, aos infaustos 27 anos. Vale assistir "Last Days".
Ouça: "The Man Who Sold The World", alíás, ouça todas do NIRVANA! Tente dar um sentido a sua fútil e estéril existência
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Plás Cempta
era simples
porque era fácil
e era bom
por ser tão sem compromisso
submisso comprável
embalagem retornável
fiel, ao caos errático
e sempre
sempre!!!
uns 1000 cobertores felpudos
macios e anti-alérgicos
na espreita para segurá-lo
era simples
porque não era real
e era bom
porque já passou
porque era fácil
e era bom
por ser tão sem compromisso
submisso comprável
embalagem retornável
fiel, ao caos errático
e sempre
sempre!!!
uns 1000 cobertores felpudos
macios e anti-alérgicos
na espreita para segurá-lo
era simples
porque não era real
e era bom
porque já passou
INF_e_STA
Tudo é caos preto e sujeira
Tudo mancha vem fica e intoxica
Dói no pescoço, dói no osso, dói nos olhos
Dói trava e não e cessa, trava e não cessa
Alguns palavrões, tics, tocs e afins
Poor favoor há algo positivo aqui?
Infeerno, só escrever pra gravar a des graça
Enfim, que da poiética feia minha empolgação renasça
Tudo mancha vem fica e intoxica
Dói no pescoço, dói no osso, dói nos olhos
Dói trava e não e cessa, trava e não cessa
Alguns palavrões, tics, tocs e afins
Poor favoor há algo positivo aqui?
Infeerno, só escrever pra gravar a des graça
Enfim, que da poiética feia minha empolgação renasça
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
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